Por: Rafael Victor Ribeiro
Entre lugares, pessoas, recordações e instantes, a vida vai deixando pequeninas marcas pelo caminho. Algumas cabem em fotografias; outras não cabem em lugar algum, senão na memória e no coração — lugar onde encontram morada. São encontros, desencontros, silêncios, risos, abraços, choros e pequenos momentos que vão tecendo a história dos nossos dias e dos nossos sonhos.
Hoje, quero agradecer ao mês de agosto por tudo o que trouxe, por tudo o que ensinou e, sobretudo, por tudo o que ficou registrado.
É chegada a hora de saudar setembro. Que sua florada primaveril não floresça apenas nos jardins, mas também no solo fértil do nosso coração, nos nossos pensamentos, nos afetos, nos sonhos e nos caminhos da vida.
Agosto e setembro nos ensinam que podemos acolher o novo sem esquecer a beleza daquilo que passou diante dos nossos olhos. Afinal, nunca foi apenas sobre um mês de travessias, mas sobre o tempo — esse instante que corre sem saber exatamente para onde vai ou como termina.
E talvez seja justamente isso que a vida nos ensina: enquanto o tempo passa, seguimos deixando marcas pelo caminho e, ao mesmo tempo, aprendendo a florescer em meio a um instante chamado vida.
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